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DIVERTICULOSE - ORIENTAÇÕES

Atualizado: 24 de Ago de 2020

- "O QUE ME PREOCUPA NÃO É O GRITO DOS MAUS, MAS O SILÊNCIO DOS BONS" -Martin Luther King





Pequenas bolsas ou divertículos são formadas quando o revestimento interno do intestino grosso é forçado sob pressão através de pontos enfraquecidos na camada externa muscular do cólon. A diverticulose aumenta com mais frequência com a idade; no Brasil a incidência é semelhante em homens e mulheres e aumenta com a idade. Com o passar dos anos a musculatura dos cólons vai perdendo a elasticidade e podem formar divertículos. A doença é rara abaixo dos trinta anos de idade e atinge 30% da população na quinta década da vida e entre os 80 e 90 anos a incidência chega a ser acima de 70%. Apenas uma pequena porcentagem daqueles com diverticulose têm sintomas e poucos são submetidos a cirurgia.

Divertículo é uma saliência parecida com a ponta de um dedo de luva, que pode localizar-se em diferentes áreas do trato gastrintestinal, mas se manifesta com mais frequência entre as fibras musculares das paredes do intestino grosso. No divertículo, pode penetrar e ficar retida pequena quantidade de fezes. Do mesmo modo, se houver condições favoráveis, podem alojar-se colônias de bactérias.

Divertículos são de dois tipos: o hipotônico e o hipertônico. O hipotônico instala-se como decorrência do afrouxamento da musculatura lisa do intestino, e o hipertônico é provocado pelo aumento anormal do tônus dessa mesma musculatura e pelo crescimento significativo da pressão no cólon.

A diverticulose geralmente afeta com mais frequência o cólon. Há dois estágios:

1. Diverticulose – presença anormal de minúsculas bolsas, os divertículos, que se projetam para fora da parede do cólon;

2. Diverticulite – em que as impurezas e as bactérias do corpo ficam presas nas bolsas, inflamando-as e, às vezes, perfurando-as.

Muitas pessoas que têm o primeiro estágio nunca progridem para o segundo.

A diverticulite ocorre quando as pequenas bolsas ficam inflamadas ou infeccionadas, o que pode provocar constipação ou diarréia, gases, dores abdominais, febre, calafrios, além de muco e sangue nas fezes. A diverticulite ocorre em 10 a 25% das pessoas que têm diverticulose. Podem apresentar abscesso ou perfuração. Nesses casos, é maior o risco de os resíduos intestinais escaparem para a cavidade abdominal e provocarem uma complicação chamada peritonite.

Qual á a causa do aparecimento de divertículos?

Existem indicações científicas de que uma dieta com baixa quantidade de fibras, ao longo de vários anos, gera um aumento na pressão no interior do cólon, resultando na formação dos divertículos.

Como os divertículos são tratados?

A doença diverticular é geralmente tratada por dieta, e ocasionalmente com medicações que ajudam a controlar a dor, cólicas e a alteração do hábito intestinal. O aumento da quantidade de fibras na dieta (cereais, legumes e verduras, etc.), e a restrição de alguns alimentos diminuem a pressão do cólon, tornando as complicações menos prováveis de acontecerem.

Para algumas pessoas com diverticulose, a dor pode parecer insuportável. As cólicas abdominais, a sensação de distensão abdominal (estufamento) e os ataques alternados de diarréia e constipação podem ser extremamente desconfortáveis. Mas não deixe que esse problema limite suas atividades do dia-a-dia. Existem opções de tratamento disponíveis para prevenir essa doença ou mantê-la sob controle.

A diverticulite requer manejo mais intenso. Em casos leves pode-se conduzir o caso sem hospitalização, mas esta decisão deve ser tomada pelo seu médico. O tratamento geralmente consiste de antibióticos, restrição dietética e possivelmente emoliente (amaciante) das fezes.

Casos severos requerem hospitalização com antibióticos intravenosos e restrição dietética. A maioria dos ataques agudos pode ser resolvida com tais métodos.

A cirurgia é reservada para casos recorrentes, complicações ou ataques severos quando ocorre pequena resposta ou nenhuma a medicação. Na cirurgia, geralmente parte do cólon - comumente o esquerdo ou cólon sigmóide – é removido e abertura do cólon remanescente é conectada a parede abdominal, como uma colostomia, ou "anastomosada" (conectada) ao reto. Habitualmente ocorre uma completa recuperação, e a função normal do intestino geralmente é recuperada em três semanas.

Causas

Embora não haja uma explicação definitiva para o desenvolvimento, muitos especialistas acreditam que os divertículos se formam como consequência da pressão elevada necessária para eliminar as fezes pequenas e duras, característica de uma dieta com poucas fibras. O movimento anormal do cólon (possivelmente, devido a pouca quantidade de massa na dieta) produz pressão intensa, que força o revestimento intestinal através de pontos fracos na camada muscular.

A maioria das pessoas com diverticulose simples não apresenta sintomas perceptíveis. Ocasionalmente, entretanto, uma bolsa próxima a um vaso sanguíneo pode ulcerar, fazendo-a sangrar. Se o vaso for uma artéria, pode haver sangramento grave, visível, como um sangramento do ânus. Se não for feito o atendimento médico imediatamente, a doença pode levar a choque e até à morte.

FIGURA DO CÓLON

A diverticulite é a inflamação dos divertículos

Estima-se que cerca de 1/5 a 1/4 dos portadores de diverticulose sofrerão de diverticulite. A diverticulite se desenvolve quando uma massa de fezes endurecidas (fecalito) se forma em uma bolsa e diminui o fornecimento de sangue às paredes finas da bolsa (por meio da pressão contra a parede), tornando-as mais suscetíveis à infecção pelas bactérias do cólon. A inflamação que ocorre pode levar à perfuração, formação de um abscesso (um saco fechado de pus ao redor da perfuração), ou à peritonite (infecção do revestimento da cavidade abdominal).

Frequentemente, a parte inflamada do intestino fica presa na bexiga urinária ou vagina, projetando-se para fora do cólon para criar uma fístula (comunicação anormal), que vaza material infeccioso no outro órgão.

A ocorrência repetida de inflamações pode causar espessamento da parede do cólon. Esse espessamento estreita o cólon que, por sua vez, pode levar à obstrução parcial ou total do cólon.

Entre as causas da diverticulose destacam-se:

* O envelhecimento, e a consequente perda de elasticidade da musculatura intestinal;

* A dieta alimentar pobre em fibras;

* O aumento da pressão no interior do cólon;

* A predisposição genética (?).

Sintomas

Os sintomas da diverticulite incluem dores abdominais com cólicas intermitentes e sensibilidade geralmente no lado inferior esquerdo do abdome. A dor também pode ocorrer em outras partes do abdome, às vezes, assemelhando-se à apendicite. A dor que piora durante a micção pode indicar que o cólon inflamado se prendeu à bexiga. A existência de fezes ou ar na urina pode indicar uma fístula colovesical. É comum haver constipação ou constipação alternada de diarréia. A febre normalmente ocorre junto com a infecção nas crises agudas.

Alguns sintomas mais intensos estão associados com complicações mais sérias como perfuração, abscesso ou formação de uma fístula.

Em grande parte dos casos, diverticulose é uma doença assintomática, que passa despercebida e só é diagnosticada numa investigação eventual. Quando os sintomas aparecem, são queixas inespecíficas de desconforto abdominal (geralmente no abdome inferior esquerdo), prisão de ventre como cólica, alteração do hábito intestinal e ocasionalmente, evacuação de grande quantidade de sangue. Estes sintomas ocorrem em pequena porcentagem dos pacientes com esta condição e algumas vezes é difícil diferenciá-la da Síndrome do Intestino Irritável (SII).

Diagnóstico

O diagnóstico da diverticulite aguda leva em conta a história do paciente, o exame clínico e os achados da tomografia computadorizada. O enema opaco e a colonoscopia não deve ser indicado nessa fase inicial, porque o trânsito livre das fezes pela perfuração do divertículo pode provocar um quadro de infecção abdominal e peritonite grave.

Estabelecer o diagnóstico diferencial da diverticulite é indispensável para distingui-la de doenças como apendicite, câncer de cólon e doença de Crohn, entre outras.

Geralmente se faz o diagnóstico da diverticulite se há um histórico de dor no lado inferior esquerdo do abdome acompanhada de febre e mudança dos hábitos intestinais. O exame físico pode revelar a existência de uma massa nessa região, além de dor à palpação.

Após o episódio agudo ter diminuído, o médico pode inserir um retossigmoidoscópio (um instrumento em forma de tubo com iluminação) no ânus e na parte inferior do cólon para ver se há alguma evidência de câncer que possa estar causando os sintomas. Os exames de "raios-X" com contraste são pouco utilizados atualmente, principalmente pelo uso da colonoscopia e da retossigmoidoscopia. A colonoscopia é feita com um aparelho semelhante ao retossigmoidoscópio só que muito mais flexível.

Tratamento da diverticulite

Se a diverticulose progride para diverticulite, geralmente, é prescrito repouso, analgésicos e antibióticos para a infecção. A dor pode surgir repentinamente e se assemelhar-se a dor de apendicite, embora a dor de diverticulite normalmente ocorra no lado esquerdo e possa aumentar lentamente durante dias. Se houver suspeitas de que a diverticulose progrediu para diverticulite, deve-se procurar um médico e fazer uma dieta à base de líquidos ou com baixo teor de fibras.

O real perigo da diverticulite é que as bolsas podem se romper e espalhar o conteúdo do intestino na cavidade pélvica. Isso pode causar uma infecção grave no corpo todo. Entretanto, o que ocorre com mais frequência é a inflamação das bolsas, sem haver rompimento, e impedirem o funcionamento normal do intestino.

Ocasionalmente, a diverticulite leva à obstrução, à hemorragia, a abscesso ou a vazamento pela parede do cólon. Esses problemas são sérios e exigem tratamento médico (e, às vezes, cirúrgico) imediato. Se for diagnosticado que você tem diverticulose, veja com seu médico o que fazer em caso de uma crise de dor repentina e quais os sintomas que indicam a necessidade de atenção médica imediata.

O tratamento da diverticulite grave começa com repouso em um hospital e alimentação intravenosa. Nenhum alimento é dado pela boca, para que o intestino não trabalhe. Se houver evidência de infecção, são administrados antibióticos. Os casos menos graves podem ser tratados em casa - com repouso, líquidos e antibióticos.

Se ocorrer a peritonite (quando a infecção sai do intestino e vai para a cavidade abdominal) a conduta é cirúrgica com fechamento do intestino e lavagem da cavidade abdominal. A parte inflamada do cólon pode simplesmente ser removida, e as duas extremidades do cólon que sobraram são religadas.

Muitas vezes pode ser necessário fazer uma colostomia temporária (uma abertura criada cirurgicamente na parede abdominal, que permite que o cólon esvazie para fora do corpo). Depois, quando já não houver mais inflamação e infecção, a porção que corresponde à boca da colostomia é unida novamente à porção remanescente do cólon ou ao reto.

Se não houver sinais de gravidade, o tratamento inicial da diverticulite associa dieta leve e líquida à prescrição de analgésicos e antibióticos. Em geral, em 72 horas, 80% dos casos evoluem para cura.

Se a resposta for diferente, restam duas opções: a cirurgia para a retirada da parte do intestino comprometida pelos divertículos e a drenagem dos abscessos através de punção transcutânea, se eles forem pequenos.

Como as recidivas da diverticulite aguda costumam ser frequentes, a cirurgia pode ser programada de acordo com a conveniência e condições orgânicas dos pacientes.

Como tratar a diverticulose

Tratamentos dietéticos:

Uma dieta rica em fibras, com pouca gordura e açúcar, pode prevenir os sintomas da diverticulose e o desenvolvimento da diverticulite.

Antigamente, a dieta recomendada para os portadores de diverticulose tinha baixo teor de fibras. Pensava-se que as "fibras" pudessem irritar as bolsas diverticulares e causar inflamação. Hoje, entretanto, sabemos que essa idéia é absolutamente errônea, pois as pessoas que fazem uma dieta pobre em fibras, com poucos grãos integrais, frutas e verduras têm mais probabilidade de desenvolver a diverticulite do que as que fazem uma dieta rica em fibras.

FIGURA DAS FRUTAS

Acrescentar mais frutas e verduras a sua dieta diária pode prevenir a diverticulose

Para ajudar a prevenir a doença ou mantê-la sob controle, você deve adicionar gradualmente fibras a sua dieta e beber muito líquido. Recomenda-se fazer refeições regulares, ser fisicamente ativo, descansar e controlar o estresse.

Uma dieta rica em fibras é recomendada para diminuir a constipação e a pressão correspondente necessária para eliminar o material dos intestinos. O objetivo é encontrar a quantidade de fibras que permita que você tenha evacuações fáceis e regulares; provavelmente, na variação de 20 a 35 gramas de fibras, diariamente. Se você não tem o hábito de comer muita fibra, aumente seu consumo gradualmente. Se você for extremamente zeloso, pode piorar as coisas - comer uma grande quantidade de fibras muito rápido pode provocar gases e distensão abdominal (sensação de barriga estufada).

O conselho para as pessoas com diverticulose era evitar todo tipo de nozes, sementes e cascas. Hoje, recomenda-se que sejam evitados somente alimentos picantes, duros ou grandes o suficiente para irritarem ou ficarem presos nos divertículos. Eles incluem nozes, cascas de milho e sementes de gergelim, cominho, abóbora e girassol.

Outros alimentos com sementes pequenas e macias geralmente não são problema; incluem as sementes de tomate, abobrinha, pepino, morango, framboesa e papoula. Se seu intestino funciona fácil e regularmente, provavelmente você poderá comer a maioria dos alimentos. Se acha que certo alimento o incomoda, o melhor é evitá-lo.

Para saber o tipo de alimento rico em fibras que você deve acrescentar na sua dieta gradualmente, veja a tabela abaixo.

EXCELENTES FONTES DE FIBRAS PARA SUA DIETA:

Frutas Porção Quantidade de fibras

Maçã crua e com casca 1 média 4 gramas

Pêssego cru 1 média 2 gramas

Pera crua 1 média 4 gramas

Tangerina crua 1 média 2 gramas

Verduras Porção Quantidade de fibras

Aspargo fresco e cozido 4 brotos 1 grama

Feijão cozido, enlatado e liso 1/2 xícara 6,5 gramas

Feijão fresco e cozido 1/2 xícara 8 gramas

Feijão de lima fresco e cozido 1/2 xícara 6,5 gramas

Brócolis fresco e cozido 1/2 xícara 2,5 gramas

Couve cozida 1/2 xícara 2 gramas

Repolho cru cortado 1 xícara 2 gramas

Cenoura fresca e cozida 1/2 xícara 2,5 gramas

Couve-flor fresca e cozida 1/2 xícara 1,5 gramas

Alface romana 1 xícara 1 grama

Batata cozida com casca 1 média 5 gramas

Batata fresca e cozida 1 média 3 gramas

Espinafre fresco e cozido 1/2 xícara 2 gramas

Abobrinha cozida 1 xícara 3 gramas

Abóbora vermelha cozida 1 xícara 6 gramas

Tomate cru 1 unidade 1 grama

Grãos Porção Quantidade de fibras

Pão integral 1 fatia 2 gramas

Farelo de cereais, 100% 1/2 xícara 8 a 15 gramas

Farelo de cereais em flocos 3/4 xícara 5 gramas

Aveia cozida 3/4 xícara 3 gramas

Arroz integral cozido 1 xícara 2,5 gramas

Arroz branco cozido 1 xícara 1 grama

Opções vegetarianas Alguns pesquisadores afirmam que os vegetarianos têm um baixo índice de diverticulose. Estudos mostraram que os vegetarianos (que não comem carne bovina, ave ou frutos do mar) seguem uma dieta mais rica em fibras e mais pobre em gordura do que a dieta feita pela população em geral, além de terem índices menores de diverticulose e câncer do cólon.

Para uma pessoa com diverticulose, talvez uma dieta vegetariana seja uma boa idéia.

Seguem algumas dicas de escolha de alimentos:

  1. Coma uma variedade de grãos integrais, feijões e verduras, sendo que todos possuem proteína;

  2. Não sobrecarregue suas refeições com ovos e produtos derivados do leite, pois isso resultará em uma dieta rica em gordura e colesterol;

  3. Cozinhe as verduras, se cruas elas causarem irritação.

Se estiver procurando mais remédios além da dieta, pode considerar os tratamentos alternativos, como acupuntura, hidroterapia ou fitoterapia. Verifique a última seção para obter mais detalhes sobre as curas alternativas, mas procure se informar melhor.

Tratamentos alternativos

A medicina homeopática pode oferecer alívio dos sintomas da diverticulose oferecendo doses altamente diluídas de uma substância natural que produziria os mesmos sintomas se fosse dada pura a uma pessoa saudável. Entretanto, muitos desses tratamentos não são cientificamente comprovados.

Outras terapias alternativas Se estiver procurando outros remédios para a diverticulose, experimente uma das opções abaixo:

  1. Acupuntura – pressão em pontos específicos pode ser usada para aliviar dores.

  2. O banho de assento é uma opção de hidroterapia para a diverticulose.

  3. Terapia de desintoxicação e jejum – o jejum pode ser benéfico quando o cólon está irritado ou inflamado. Entretanto, não se recomenda o jejum para o tratamento da diverticulose fora das crises.

  4. Hidroterapia – o tratamento pode incluir banho de assento morno, compressas geladas no abdome.

  5. Fitoterapia – entre as ervas usadas com mais frequência encontra-se a camomila.Se for diagnosticado que você tem diverticulose, acrescentar mais fibras, gradualmente, a sua dieta diária pode ajudar a diminuir os sintomas dolorosos. Os tratamentos alternativos mencionados nesse artigo também podem ser levados em consideração na sua busca por alívio.

Recomendações

Prevenção: Fazer uma dieta com uma grande quantidade de fibras pode ajudar a prevenir a diverticulose. As pessoas com diverticulose devem fazer uma dieta relativamente rica em fibras.

Na próxima seção, mostraremos como acrescentar gradualmente fibras a sua dieta diária, além dos alimentos que você precisa evitar:

  1. * Inclua preferencialmente alimentos com alto teor de fibras na sua dieta habitual. Frutas, vegetais, cereais integrais e grãos são importantes para o processo digestivo como um todo e fundamentais para o bom funcionamento intestinal e para prevenção da doença diverticular. Os suplementos alimentares, como o psílio, que servem para aumentar a massa fecal, podem ser recomendados para facilitar a evacuação, impedindo a formação dos divertículos.

  2. * Beba pelo menos dois litros de líquido por dia para facilitar a formação do bolo fecal;

  3. * Não tome laxantes por conta própria para combater as crises de obstipação intestinal;

  4. * Lembre-se de que a atividade física ajuda a acelerar o metabolismo e, consequentemente, o trânsito intestinal.

ENFIM, MAIS ALGUMAS ORIENTAÇÕES QUE LHE FARÃO BEM!

BEBA LÍQUIDO EM ABUNDÂNCIA INCLUINDO EM SUA DIETA ÁGUA, SUCOS NATURAIS, CHÁS, GELATINA, ETC.(TUDO O QUE VAI EM COPO E XÍCARA) NA QUANTIDADE MÍNIMA DE 3 LITROS DIÁRIOS. COM ISSO, VOCÊ PERMITIRÁ UM AUMENTO DA QUANTIDADE DE LÍQUIDO NAS FEZES.

COMPLEMENTO ALIMENTAR RICO EM FIBRAS, CASO VOCÊ QUEIRA PREPARAR:

– GRANOLA: Aveia, Gérmen de Trigo, Farelo de Trigo, Farelo de Aveia, Farelo de Arroz, Flocos de Trigo, Flocos de Arroz, Flocos de Centeio, Flocos de Cevada, Flocos de Milho, Flocos de Soja, Corn Flakes, Gergelim, Uva Passa sem semente, Açúcar Mascavo, Castanha de Caju, Óleo Vegetal.

– MÜSLI SEM AÇÚCAR: Aveia, Gérmen de Trigo, Farelo de Aveia, Farelo de Arroz, Flocos de Arroz, Flocos de Centeio, Flocos de Trigo, Flocos de Cevada, Flocos de Milho, Flocos de Soja, Gergelim, Semente de Linhaça, Uva Passa sem semente, Corn Flakes.

– CEREAIS INTEGRAIS: Aveia, Gérmen de Trigo, Farelo de Aveia, Farelo de Arroz, Farelo de Trigo, Flocos de Arroz, Flocos de Centeio, Flocos de Trigo, Flocos de Cevada, Flocos de Milho, Flocos de Soja, Flocos de Azuki, Flocos de Lentilha, Flocos de Ervilha, Flocos de Grão de Bico, Corn Flakes.

MODO DE USAR: ACRESCENTAR 2 COLHERES DAS DE SOPA, CHEIAS, 3 VEZES POR DIA, NO LEITE OU NO IOGURTE OU NA COALHADA (FERMENTO BIO RICH FAZ UMA COALHADA DE BASTANTE CONSISTÊNCIA), EM MINGAUS OU NA VITAMINA DE FRUTAS OU SALADA DE FRUTAS OU NA BANANA AMASSADA OU NO MAMÃO “RASPADO” OU NO SORVETE.

OPÇÕES: TABULE, SEMENTE DE LINHAÇA, FIBERNORM (DISSOLVER 1 ENVELOPE OU 1 MEDIDA (5,0 g) E INGERIR 1 A 3 VEZES / DIA, CONFORME SUA NECESSIDADE; EXPERIMENTE INCLUIR O FIBERNORM NO PREPARO DO LEITE, SUCOS, VITAMINAS DE FRUTAS, IOGURTES, SOPAS E EM OUTRAS RECEITAS.

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